“We are like roses that have never bothered to bloom when we should have bloomed and it is as if the sun has become disgusted with waiting”.

07
Jul 11


Gostava de poder escrever sobre todos estes vislumbres mas não consigo, tenho de esperar, esperar.

Ainda é cedo e talvez o vá ser sempre… mas não importa, nada importa porque nada é sempre nada e o nada nunca importou.

Tenho de esperar, esperar e esperar.

Mas, antes de me ir, deixa-me dizer-te que não esperava que a tua beleza também descesse às palavras, és estranho, gosto.

    

Post Scriptum: Nada melhor poderia descrever as não-palavras que disse e as que ainda não sei escrever, do que a orgia de beleza que é este Poeta e, como és amante das coisas belas, este é a ti dedicado:

 

Legenda

 

Nada garante que tu existas
Não acredito que tu existas

Só necessito que tu existas

 

Da autoria de David Mourão-Ferreira


publicado por Ligeia Noire às 01:04
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